Como encontrar o Cruzeiro do Sul e usar as estrelas para achar o sul
A constelação mais famosa do céu brasileiro está na bandeira nacional e serviu de bússola para navegadores. Com um truque simples, ela aponta o polo sul celeste.
O que ver no céu: chuvas de meteoros, eclipses e planetas.
A constelação mais famosa do céu brasileiro está na bandeira nacional e serviu de bússola para navegadores. Com um truque simples, ela aponta o polo sul celeste.
Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno são visíveis sem nenhum instrumento. Algumas dicas ajudam a separá-los das estrelas: eles não piscam e andam sempre na mesma faixa do céu.
O aumento anunciado na caixa é o número menos importante. Para começar, um bom binóculo pode render mais que um telescópio ruim. O que importa de verdade é o diâmetro da lente ou do espelho e a firmeza do tripé.
Três estrelas alinhadas, visíveis de qualquer lugar do Brasil nas noites de verão, formam o cinturão de Órion. Ao redor delas estão uma supergigante vermelha, uma supergigante azul e um berçário de estrelas visível a olho nu.
Os celulares atuais conseguem registrar estrelas, a Via Láctea e até rastros de estrelas. O segredo não está no aparelho, mas em quatro coisas: apoio firme, céu escuro, exposição longa e paciência.
Ela aparece como um ponto muito brilhante que cruza o céu em poucos minutos, sem piscar. Os horários são previsíveis e divulgados pela NASA, e não é preciso nenhum equipamento.
A faixa de totalidade cruza o sul da Espanha, o Norte da África e o Egito. Perto de Luxor, o Sol fica totalmente coberto por cerca de seis minutos e vinte segundos, um dos eclipses mais longos do século visto em terra.
O pico acontece entre 13 e 14 de dezembro. Em céu escuro, a taxa pode passar de cem meteoros por hora; no Brasil, o radiante fica mais baixo, mas ainda dá um bom espetáculo depois da meia-noite.
O pico costuma cair entre 17 e 18 de novembro, com cerca de 10 a 15 meteoros por hora. Em alguns anos do passado, a passagem por uma trilha mais densa produziu milhares por hora.
O centro da nossa galáxia, na direção de Sagitário, fica alto no céu brasileiro entre o outono e o inverno. O segredo é fugir das luzes e evitar a Lua cheia.