As fases da Lua explicadas, do jeito que se vê no Brasil
A Lua não muda de forma: o que muda é a parte iluminada que conseguimos ver. No Hemisfério Sul, o famoso ditado da "Lua mentirosa" não funciona, e há um motivo para isso.
A nossa vizinha: fases, marés, exploração e curiosidades.
A Lua não muda de forma: o que muda é a parte iluminada que conseguimos ver. No Hemisfério Sul, o famoso ditado da "Lua mentirosa" não funciona, e há um motivo para isso.
A explicação mais aceita é que, há cerca de 4,5 bilhões de anos, um corpo do tamanho de Marte bateu na Terra jovem. Os destroços formaram a Lua, e as rochas trazidas pelas missões Apollo ajudaram a contar essa história.
Espelhos deixados na superfície lunar pelas missões Apollo permitem medir a distância até a Lua com precisão de milímetros. O resultado mostra uma vizinha que se afasta devagar, enquanto os nossos dias ficam mais longos.
Em 20 de julho de 1969, Neil Armstrong e Buzz Aldrin pousaram no Mar da Tranquilidade enquanto Michael Collins orbitava a Lua. A caminhada durou cerca de duas horas e meia e foi vista ao vivo por centenas de milhões de pessoas.
Por décadas, a Lua foi considerada completamente seca. Hoje sabemos que crateras dos polos, onde o Sol nunca bate, guardam gelo a mais de 200 °C negativos. É por isso que as novas missões miram o polo sul.
A Lua nascendo parece enorme, mas o tamanho dela no céu é praticamente o mesmo do que lá no alto. A ilusão da Lua engana o cérebro há milênios. Já a "superlua" existe de verdade, só é bem mais discreta do que parece.
A Lua gira em torno de si no mesmo tempo que leva para dar a volta na Terra. Mesmo assim, graças a um leve "balanço", conseguimos ver cerca de 59% da sua superfície ao longo do tempo.
A atração gravitacional da Lua deforma levemente a Terra e os oceanos, criando duas marés altas por dia em muitas regiões. Na Lua nova e na cheia, o Sol soma forças.