O que é um buraco negro, explicado sem fórmulas
Uma região do espaço onde a gravidade é tão forte que nem a luz escapa. Buracos negros nascem da morte de estrelas gigantes, crescem no centro das galáxias e, quando se chocam, fazem o espaço tremer.
Galáxias, buracos negros, estrelas e o cosmos profundo.
Uma região do espaço onde a gravidade é tão forte que nem a luz escapa. Buracos negros nascem da morte de estrelas gigantes, crescem no centro das galáxias e, quando se chocam, fazem o espaço tremer.
Um disco de cerca de 100 mil anos-luz com algumas centenas de bilhões de estrelas. O Sol fica na periferia e leva uns 230 milhões de anos para dar uma volta em torno do centro.
Não foi uma explosão num ponto do espaço, mas a expansão do próprio espaço, que começou há cerca de 13,8 bilhões de anos. A prova mais forte é um brilho fraco de micro-ondas que vem de todas as direções do céu.
Toda estrela nasce do colapso de uma nuvem de gás e vive de fusão nuclear. O fim depende da massa: estrelas como o Sol viram anãs brancas; as gigantes explodem em supernovas e espalham os elementos de que somos feitos.
Tudo o que é feito de átomos, de estrelas a pessoas, soma só cerca de 5% do universo. O resto é matéria escura, que segura as galáxias, e energia escura, que acelera a expansão. Ninguém sabe ainda do que são feitas.
Colunas de gás e poeira com alguns anos-luz de altura, na Nebulosa da Águia, a cerca de 6.500 anos-luz. Dentro delas, estrelas estão nascendo. A imagem de 1995 virou um ícone e ganhou novas versões em 2015 e 2022.
Posicionado a 1,5 milhão de quilômetros da Terra, o maior telescópio espacial já lançado observa no infravermelho e alcança objetos formados poucas centenas de milhões de anos depois do Big Bang.
Uma rede de radiotelescópios espalhados pelo planeta funcionou como uma antena do tamanho da Terra e mostrou a sombra de dois buracos negros: o da galáxia M87 e o do centro da Via Láctea.
A galáxia vizinha está a cerca de 2,5 milhões de anos-luz e se aproxima. Por muito tempo, a colisão foi dada como certa; um estudo de 2025 indicou que a chance é de cerca de 50% nos próximos 10 bilhões de anos.