Por que existem as estações do ano (não é a distância do Sol)
A Terra fica mais perto do Sol em janeiro, no auge do verão brasileiro e do inverno no Norte. O que faz as estações é a inclinação do eixo do planeta, de cerca de 23,4 graus.
Textos que explicam, sem pressa, como o universo funciona e como a ciência chegou até aqui.
A Terra fica mais perto do Sol em janeiro, no auge do verão brasileiro e do inverno no Norte. O que faz as estações é a inclinação do eixo do planeta, de cerca de 23,4 graus.
Toda estrela nasce do colapso de uma nuvem de gás e vive de fusão nuclear. O fim depende da massa: estrelas como o Sol viram anãs brancas; as gigantes explodem em supernovas e espalham os elementos de que somos feitos.
Na altitude da Estação Espacial, a gravidade da Terra é quase 90% da que sentimos no chão. Os astronautas flutuam porque estão em queda livre, caindo em volta do planeta o tempo todo.
Uma das instituições científicas mais antigas do país foi criada por Dom Pedro I e até hoje cuida da hora oficial brasileira. Em Minas Gerais, o maior telescópio em solo nacional observa o céu do Sul desde 1981.
Tudo o que é feito de átomos, de estrelas a pessoas, soma só cerca de 5% do universo. O resto é matéria escura, que segura as galáxias, e energia escura, que acelera a expansão. Ninguém sabe ainda do que são feitas.
Uma esfera de gás com 4,6 bilhões de anos que transforma hidrogênio em hélio no núcleo, a 15 milhões de graus. A luz que sai da superfície leva oito minutos para chegar aqui.
Depois de dez anos de viagem, a sonda europeia Rosetta acompanhou de perto o cometa 67P por mais de dois anos. O pequeno módulo Philae fez o primeiro pouso num núcleo de cometa, em 2014, quicando duas vezes antes de parar.
Por décadas, a Lua foi considerada completamente seca. Hoje sabemos que crateras dos polos, onde o Sol nunca bate, guardam gelo a mais de 200 °C negativos. É por isso que as novas missões miram o polo sul.
A luz de uma estrela, separada em cores, revela os elementos químicos que ela contém. Com essa técnica, a espectroscopia, o hélio foi descoberto no Sol antes de ser encontrado na Terra.
Sem os céus secos dos Andes em casa, os astrônomos brasileiros observam por meio de parcerias internacionais. O país é sócio do telescópio SOAR, participa do Gemini e tem, por meio da FAPESP, uma fatia do Telescópio Gigante Magalhães.
Posicionado a 1,5 milhão de quilômetros da Terra, o maior telescópio espacial já lançado observa no infravermelho e alcança objetos formados poucas centenas de milhões de anos depois do Big Bang.
Em órbita do maior planeta do Sistema Solar desde julho de 2016, a Juno passa rente às nuvens e revela ciclones polares, auroras e o interior de um gigante gasoso.